Lutei pela criação do SUS na Constituinte de 1988.

Coordenei no Brasil o Programa de Agentes Comunitários de Saúde.

Contribuí com a implantação da Estratégia Saúde da Família.

Professora da UnB, fui diretora da Faculdade de Ciências da Saúde.

Ajudei a criar o Campus da UnB em Ceilândia.

Em 2018 fui candidata ao governo do DF, com mais de 65.000 votos.

Fui superintendente do HUB/UnB.

A trajetória de quem conhece o DF do chão da vida à gestão pública

A história de Fátima Sousa se confunde com a própria construção da saúde pública no Brasil. Nordestina, enfermeira de vocação e sanitarista por convicção, ela aprendeu cedo uma lição fundamental: a política mais transformadora é aquela que chega à porta de quem mais precisa.

Sua caminhada ganhou dimensão nacional no Ministério da Saúde, ao integrar a equipe que formulou e implementou o Programa de Saúde da Família e o de Agentes Comunitários. Mais do que desenhar diretrizes no papel, Fátima percorreu o país para estruturar a atenção básica, formando profissionais e transformando o SUS em amparo real na vida nos bairros.

Marcha pela Saúde & Ciência – 2019
Campanha para a Vacinação – HUB – 2025

Fátima combina a precisão da cientista à bagagem de quem viveu a gestão pública por dentro.

Na Universidade de Brasília (UnB), sua atuação fincou raízes profundas no território. Fátima foi peça-chave na criação da Faculdade da Ceilândia, descentralizando o ensino superior e levando a universidade pública para o coração da maior Região Administrativa do DF. Anos mais tarde, à frente da Faculdade de Ciências da Saúde e como superintendente do Hospital Universitário de Brasília (HUB), encarou de frente os desafios da gestão de alta complexidade em um dos hospitais mais importantes do Centro-Oeste.

Com mestrado, doutorado e pós-doutorado em Saúde Coletiva, Fátima combina a precisão da cientista à bagagem de quem viveu a gestão pública por dentro. Para ela, o Distrito Federal não pode ser administrado por números frios de planilha: a capital do país exige competência técnica, sensibilidade humana e compromisso inegociável com a dignidade das pessoas.